Gonçalenses reclamam do péssimo estado de conservação dos ônibus


As tarifas de ônibus aumentam a cada ano mas os veículos não apresentam melhora. Os coletivos municipais estão em estado de conservação contrario ao valor cobrado pela passagem, são bancos quebrados, sinal ruim, janelas emperradas, motor barulhento e de vez em quando quebram no meio do caminho. A quantia cobrada para acessar os ônibus nessa situação é de R$ 3,95. Muitos passageiros comparam o cenário de São Gonçalo ao de Niterói, onde a tarifa é de R$ 3,90, e os veículos apresentam bom estado de conservação, além de possuírem ar-condicionado.

Nosso leitor, Antonio Carlos, enviou sua indignação com a linha 26, que faz Capote x Boa Vista.

“Tem uma falta de respeito enorme com os moradores, os ônibus vivem quebrando, sujos, a cigarra nunca funcionam, fora que é um perigo para população que utiliza. Hoje cheguei atrasado no trabalho porque mais uma vez o ônibus quebrou, os motoristas não tem condições de trabalhar com um carro desse, só trabalham por necessidade mesmo. Não temos aonde recorrer porque nada adianta ligar pra empresa, não fazem nada!” desabafou Antonio Carlos.

Em julho o prefeito sancionou uma lei que promete solucionar uma das principais queixas da população gonçalense: o calor dentro dos ônibus municipais, apesar do alto preço das passagens. A lei, de autoria de todos 27 vereadores da Câmara Municipal, determina que a climatização seja realizada de forma escalonada.

Numa emenda legislativa, votada em seguida, foi determinando que 20% da frota seja climatizada este ano; mais 20% em 2018; 30% em 2019 e os 30% restantes em 2020. Porém, faltam menos de 60 dias para acabar o ano e as empresas ainda não cumpriram os 20%, a prefeitura aparenta estar fazendo vista grossa para o cumprimento das metas, caberá o poder executivo fazer a fiscalização do cumprimento da lei. De acordo com o texto sancionado, o descumprimento da nova norma acarretará, para a empresa infratora, a retenção imediata do veículo, com a consequente proibição de retornar a circular até que seja cumprida a exigência; além de uma multa de até 30 vezes o salário-mínimo.

 

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